A nova guerra televisiva

Mais um round entre TV Globo e Rede Record agita a TV brasileira.
Na última terça-feira (11/08) e nesta quarta-feira (12/08), o "Jornal Nacional" exibiu 2 longas reportagens com denúncias de lavagem de dinheiro oriundo da Igreja Universal do Reino de Deus.
O telejornal até reprisou uma velha gravação que mostrava o líder da IURD, Edir Macedo, em um bate-papo sobre como conquistar o dinheiro dos fiéis.
Os apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes destacaram a repercussão do caso no noticiário em diversos países.

O telejornal enfocou ainda a 1ª página da "Folha de S. Paulo" que estampou o escândalo na manchete principal.
O jornal agora é aliado das Organizações Globo.
Até mesmo, o noticiário de TV da Folha foi contaminado pela guerra midiática.

A isenção perdeu força.

Nesta quarta (12/08), a Record contra-atacou.

O "Jornal da Record" exibiu algumas matérias que ficaram no ar por mais de 15 minutos.
As reportagens frisaram que a TV Globo nasceu na Ditadura Militar e que manipula as informações, principalmente no noticiário político.
Nos momentos finais da reportagem do "Jornal da Record", o repórter questionou como a TV Globo teve acesso a documentos que estão em segredo de Justiça.

Depois, o noticiário exibiu as obras sociais da IURD.

Para fechar a defesa, salientou-se o crescimento de audiência da Record e os programas que conseguiram, ontem (12/08), a liderança isolada no IBOPE.
Isso incomodaria o "monopólio da comunicação".

Chumbo grosso travado pelas duas maiores emissoras do Brasil.

A guerra ainda renderá outros rounds.

Nesta disputa, ninguém é santo.

O importante é que o conflito midiático não respingue na paciência do telespectador.

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